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    A Segurança no Mercado de Ações



  • Garantias
  • Custódia
  • Cuidados na escolha do Intermediário



    A Bolsa de Valores de São Paulo exerce, em defesa do interesse dos investidores, um rigoroso acompanhamento de todas as transações, o que assegura elevados padrões éticos no cumprimento dos negócios realizados.

Garantias

    Com a finalidade de oferecer o máximo de segurança nas operações realizadas em seu sistema de negociação, a BOVESPA as acompanha minuciosamente. Além disso, exige limites e garantias para a execução dessas operações. A Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC), por sua vez, administra o risco que essas operações podem associar aos mercados, estabelecendo limites operacionais para os agentes de compensação, estes, por sua vez, às corretoras, e as mesmas a seus clientes.

    Os limites operacionais são estabelecidos de acordo com as respectivas capacidades de liquidação das operações. Esses limites podem ser aumentados diariamente por meio do depósito adicional de garantias.

    A CBLC exige, ainda, depósito de margens ou cobertura para posições de risco nos mercados a termo e de opções, além do serviço de empréstimo de títulos – BTC.

Custódia

    Para a guarda de títulos e exercício de direitos, o investidor pode dispor de serviço especializado prestado por instituições credenciadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para este fim. A custódia é fungível quando os valores mobiliários depositados podem ser substituídos, na retirada, por outros iguais (mesma espécie, qualidade e quantidade). Quando os valores são mantidos discriminadamente por depositante, a custódia é infungível.

    A Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia –CBLC- oferece custódia fungível de padrão internacional, tendo conquistado a certificação ISO 9002 deste serviço em 1996. Aperfeiçoando o sistema, a CBLC lançou a custódia fungível com movimentação "on line" e "real time" dos ativos da conta de custódia e adotou a codificação de títulos ISIN, mundialmente utilizada.


Cuidados na escolha do Intermediário

    A escolha do intermediário que irá administrar os recursos do investidor exige muita atenção. É importante que o investidor se certifique de que esse intermediário atende aos requisitos abaixo:

    • tradição e solidez da instituição como administradora de recursos,

    • idoneidade pessoal do administrador,

    • "know-how" na gestão de recursos, relacionado tanto à capacidade técnica (indicação das melhores alternativas e dos momentos mais adequados para a realização dos negócios) quanto às facilidades de operacionalização oferecidas ao investidor,

    • histórico da performance/ rentabilidade proporcionada (embora não constitua garantia de lucratividade futura).

    • situação legal regular com autorização de funcionamento dada pelo Banco Central e pela Comissão de Valores Mobiliárioss, além de ser membro ativo de alguma das nove bolsas brasileiras (BOVESPA; BOVMESB – Minas Gerais, Espírito Santo, Brasília; BVBSA – Bahia, Sergipe, Alagoas; BVES-Bolsa de Valores do Extremo Sul; BOVPP-Bolsa de Valores de Pernambuco e Paraíba; BVPR-Bolsa de Valores do Paraná e Bolsa de Valores Regional-CE, RN, PI, MA, PA, AM; BVST-Santos; BVRJ-Rio de Janeiro).

    • alto padrão de serviço, aliado à competência e ética e que atenda às necessidades do investidor

      As Corretoras da BOVESPA possuem todas essas características e ainda contam com a retaguarda da maior Bolsa de Valores da América Latina.

      FONTE: BOVESPA
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